No Pétalas Carmelitanas apresentaremos a graça desse carisma, suas regras, suas mística, seu santos, sua missão, sua vocação e seus ensinamentos... enfim pétalas carmelitanas que María graciosamente dispensa para a igreja de seu filho Jesus Cristo .
O Carisma
O Carmelo centra-se em Jesus Cristo, a quem nós seguimos e nos empenhamos em servir. Os grandes modelos da nossa forma de vida são a Virgem Maria e o Profeta Elias. O valor central do carisma carmelita é a contemplação entendida como uma íntima relação com Deus em Jesus Cristo, que transborda numa vida de oração e fraternidade, na qual procuramos servir o nosso próximo conforme os nossos dons particulares e nossa vocação.
• Oração:
O coração do carisma carmelita é a oração e a contemplação. A contemplação começa quando nos entregamos a Deus, qualquer que seja o modo que Ele escolha para aproximar-se de nós. É uma atitude de abertura a Ele, cuja presença encontramos em toda parte. Assim, o objetivo da vida carmelita é a união com Deus. É uma experiência transformante pois ao nos deixarmos preencher com o seu amor nos esvaziamos de nossos modos humanos limitados e imperfeitos de pensar, amar e agir, transformando-os em modos divinos. Dedicamo-nos diariamente à escuta orante da Palavra do Senhor. A qualidade da nossa oração determina a qualidade da nossa vida fraterna e do nosso serviço no meio do povo de Deus.
• Fraternidade:
Os carmelitas procuram formar comunidades onde cada pessoa se sinta aceita e valorizada não por aquilo que possa fazer, mas simplesmente por aquilo que é. Esse tipo de comunidade é em si mesma um testemunho de que o amor de Cristo pode quebrar as barreiras construídas pelos homens e que é possível para pessoas de diferentes culturas e nacionalidades viverem juntas, em paz e harmonia. Os carmelitas também estão conscientes de formar uma fraternidade internacional presente em diversos países do mundo. • Serviço:
Os eremitas foram forçados a abandonar sua morada no Monte Carmelo e estabelecer-se na Europa. Lá mudaram seu modo de vida de eremitas para frades. A diferença principal é que os frades são chamados a servir o povo de Deus através do apostolado. Algumas Congregações Religiosas foram fundadas para um apostolado específico, mas a Ordem do Carmo procura responder às necessidades da Igreja e do mundo, que diferem conforme o tempo e o lugar. Desse modo muitos frades trabalham em paróquias, escolas, universidades, penitenciárias, hospitais, etc. O tipo de serviço com o qual cada frade está envolvido depende das necessidades das pessoas do meio no qual ele vive e também de seus dons particulares.
O Escapulario
Os sinais na vida humana e cristã Vivemos em um mundo com uma quantidade elevada de símbolos: o raio de luz, a chama de fogo, a água que brota… Na vida de cada dia também existem gestos que expressam e simbolizam valores mais profundos: como o partilhar os alimentos (sinal de amizade), um passeata (sinal de solidariedade), permanecer em pé (respeito). Como homens e mulheres temos a necessidades de sinais ou símbolos que nos ajudem a entender e viver. Como cristãos temos a Jesus, o grande dom e ao mesmo tempo sinal eterno do amor do Pai. Ele estabeleceu a Igreja como sinal e instrumento de seu amor. E inclusive utilizou pão, vinho, água para remontarmos à realidades superiores que não vemos nem tocamos: constituiu sinais capazes para dar-se-nos verdadeiramente, isto é, os Sacramentos. Na celebração dos Sacramentos os símbolos (água, óleo, pão, imposição das mãos, alianças) expressam e operam uma comunicação com Deus, que se faz presente através de coisas concretas e cotidianas. Ademais os sinais litúrgicos, existem na Igreja outros sinais, ligados a um acontecimento, a uma tradição, a uma pessoa.
UM DESTES SINAIS É O ESCAPULÁRIO DO CARMO.
Origem do Escapulário Na Idade Média muitos cristãos queriam unir-se às Ordens Religiosas então fundadas: Franciscanos, Dominicanos, Agostinianos, Carmelitas. Surgiu um laicado a elas associados mediante às Confrarias. As Ordens religiosas trataram de dar aos leigos um sinal de filiação e de participação em seu espírito e apostolado. Este sinal estava constituído por uma parte significativa do hábito: capa, cordão, escapulário. Entre os Carmelitas se estabeleceu o Escapulário, em forma reduzida, como expressão de pertença a Ordem e de compartilhar sua devoção mariana. Atualmente o Escapulário da Virgem do Carmo é um sinal aprovado pela Igreja e proposto pela Ordem Carmelitana como manifestação do amor de Maria por nós e como expressão de confiança filial; Ela, cuja vida queremos imitar. O “Escapulário” em sua origem era um avental que os monges vestiam sobre o hábito religioso durante o trabalho manual. Com o tempo assumiu um significado simbólico de querer levar a cruz de cada dia, como verdadeiros seguidores de Jesus. Em algumas Ordens religiosas, como o Carmelo se converteu num sinal de decisão de viver a vida como servos de Cristo e de Maria. O Escapulário simbolizou o vínculo especial dos Carmelitas a Maria, Mãe do Senhor, expressando a confiança em sua materna proteção e o desejo de seguir seu exemplo de doação a Cristo e aos demais. Assim se transformou num sinal mariano por excelência. O Escapulário, Sinal Mariano O Escapulário aprofunda suas raízes na longa história da Ordem, onde representa o compromisso de seguir a Cristo como Maria, modelo perfeito de todos os discípulos de Cristo. Este compromisso apresenta sua origem lógica no batismo que nos transforma em filhos de Deus.
A Virgem nos ensina :
• a viver abertos a Deus e a sua vontade, manifestada nos acontecimentos da vida;
• a escutar a voz (Palavra) de Deus na Bíblia e na vida, pondo em prática as exigências desta voz;
• a orar fielmente sentindo a presença de Deus em todos os acontecimentos;
• a viver próximo de nossos irmãos e ser solidários com eles em suas necessidades. O escapulário introduz na família do Carmelo, isto é, em uma grande comunidade de religiosos e religiosas que, nascidos na Terra Santa, estão presentes na Igreja há oito séculos. Compromete a viver o ideal desta família religiosa que é a amizade íntima com Deus através da oração. Apresenta o exemplo dos santos e santas do Carmelo com os quais se estabelece uma relação familiar de irmãos e irmãs. Expressa a fé no encontro com Deus na vida eterna pela intercessão de Maria e sua proteção.
O Escapulário do Carmo não é :
• Um amuleto (um objeto para uma proteção mágica);
• Uma garantia automática de salvação;
• Uma desculpa para não viver as exigências da vida cristã, ao contrário;
O Escapulário do Carmo é :
Um sinal “forte” aprovado pela Igreja há vários séculos e representa nosso compromisso de seguir a Jesus Cristo como Maria:
• abertos a Deus e a sua vontade;
• guiados pela fé, pela esperança e pelo amor;
• solidários aos necessitados;
• orando constantemente e descobrindo a presença de Deus em tudo; • um sinal que introduz na família do Carmelo;
• um sinal que alimenta a esperança do encontro com Deus na vida eterna sob a proteção de Maria Santíssima.
Normas práticas
O Escapulário é imposto uma única vez por um sacerdote carmelita ou outra pessoa autorizada; Pode ser substituído por uma medalha que represente por uma parte a imagem do Sagrado Coração de Jesus, e por outra a da Virgem. Esta medalha é abençoada quando é trocada. O Escapulário é para os cristãos autênticos que vivem conforme as exigências evangélicas, recebem os Sacramentos e professam uma especial devoção a Santíssima Virgem (expressada com a reza cotidiana de ao menos três Aves Marias).
Fórmula de imposição do Escapulário
Recebe este Escapulário, sinal de uma relação especial com Maria, Mãe de Jesus, que te comprometes a imitar. Este escapulário te recorde tua dignidade de cristão, tua entrega ao serviço do próximo e a imitação de Maria. Leva-o como sinal de sua proteção e como sinal de tua pertença à família do Carmelo. Esteja disposto a cumprir a vontade de Deus e a comprometer-te no trabalho pela construção de um mundo que responda ao plano de fraternidade, justiça e paz.
Origem do Escapulário Na Idade Média muitos cristãos queriam unir-se às Ordens Religiosas então fundadas: Franciscanos, Dominicanos, Agostinianos, Carmelitas. Surgiu um laicado a elas associados mediante às Confrarias. As Ordens religiosas trataram de dar aos leigos um sinal de filiação e de participação em seu espírito e apostolado. Este sinal estava constituído por uma parte significativa do hábito: capa, cordão, escapulário. Entre os Carmelitas se estabeleceu o Escapulário, em forma reduzida, como expressão de pertença a Ordem e de compartilhar sua devoção mariana. Atualmente o Escapulário da Virgem do Carmo é um sinal aprovado pela Igreja e proposto pela Ordem Carmelitana como manifestação do amor de Maria por nós e como expressão de confiança filial; Ela, cuja vida queremos imitar. O “Escapulário” em sua origem era um avental que os monges vestiam sobre o hábito religioso durante o trabalho manual. Com o tempo assumiu um significado simbólico de querer levar a cruz de cada dia, como verdadeiros seguidores de Jesus. Em algumas Ordens religiosas, como o Carmelo se converteu num sinal de decisão de viver a vida como servos de Cristo e de Maria. O Escapulário simbolizou o vínculo especial dos Carmelitas a Maria, Mãe do Senhor, expressando a confiança em sua materna proteção e o desejo de seguir seu exemplo de doação a Cristo e aos demais. Assim se transformou num sinal mariano por excelência. O Escapulário, Sinal Mariano O Escapulário aprofunda suas raízes na longa história da Ordem, onde representa o compromisso de seguir a Cristo como Maria, modelo perfeito de todos os discípulos de Cristo. Este compromisso apresenta sua origem lógica no batismo que nos transforma em filhos de Deus.
A Virgem nos ensina :
• a viver abertos a Deus e a sua vontade, manifestada nos acontecimentos da vida;
• a escutar a voz (Palavra) de Deus na Bíblia e na vida, pondo em prática as exigências desta voz;
• a orar fielmente sentindo a presença de Deus em todos os acontecimentos;
• a viver próximo de nossos irmãos e ser solidários com eles em suas necessidades. O escapulário introduz na família do Carmelo, isto é, em uma grande comunidade de religiosos e religiosas que, nascidos na Terra Santa, estão presentes na Igreja há oito séculos. Compromete a viver o ideal desta família religiosa que é a amizade íntima com Deus através da oração. Apresenta o exemplo dos santos e santas do Carmelo com os quais se estabelece uma relação familiar de irmãos e irmãs. Expressa a fé no encontro com Deus na vida eterna pela intercessão de Maria e sua proteção.
O Escapulário do Carmo não é :
• Um amuleto (um objeto para uma proteção mágica);
• Uma garantia automática de salvação;
• Uma desculpa para não viver as exigências da vida cristã, ao contrário;
O Escapulário do Carmo é :
Um sinal “forte” aprovado pela Igreja há vários séculos e representa nosso compromisso de seguir a Jesus Cristo como Maria:
• abertos a Deus e a sua vontade;
• guiados pela fé, pela esperança e pelo amor;
• solidários aos necessitados;
• orando constantemente e descobrindo a presença de Deus em tudo; • um sinal que introduz na família do Carmelo;
• um sinal que alimenta a esperança do encontro com Deus na vida eterna sob a proteção de Maria Santíssima.
Normas práticas
O Escapulário é imposto uma única vez por um sacerdote carmelita ou outra pessoa autorizada; Pode ser substituído por uma medalha que represente por uma parte a imagem do Sagrado Coração de Jesus, e por outra a da Virgem. Esta medalha é abençoada quando é trocada. O Escapulário é para os cristãos autênticos que vivem conforme as exigências evangélicas, recebem os Sacramentos e professam uma especial devoção a Santíssima Virgem (expressada com a reza cotidiana de ao menos três Aves Marias).
Fórmula de imposição do Escapulário
Recebe este Escapulário, sinal de uma relação especial com Maria, Mãe de Jesus, que te comprometes a imitar. Este escapulário te recorde tua dignidade de cristão, tua entrega ao serviço do próximo e a imitação de Maria. Leva-o como sinal de sua proteção e como sinal de tua pertença à família do Carmelo. Esteja disposto a cumprir a vontade de Deus e a comprometer-te no trabalho pela construção de um mundo que responda ao plano de fraternidade, justiça e paz.
SANTOS, BEATOS E VENERÁVEIS CARMELITAS
Os Santos do Carmelo constituem uma grande multidão de irmãos que consagraram a sua vida a Deus, seguindo os ensinamentos de Jesus, Filho de Deus e imitando a sua vida, e se entregaram ao serviço da Virgem Maria na oração, na abnegação evangélica, no amor aos irmãos, a ponto de alguns terem derramado o seu sangue. Eremitas do monte Carmelo, mendicantes da Idade Média, mestres e pregadores, missionários e mártires, religiosas que enriqueceram o povo de Deus com a misteriosa fecundidade da sua vida contemplativa, apostólica e docente, leigos que na sua vida souberam encarnar o espírito da Ordem: esta é a grande família carmelitana (Liturgia das Horas, p. 225). O exemplo destes e de todos aqueles que professaram também através dos tempos o modo de vida carmelitano é para nós, e todos os nossos irmãos em Cristo, um estímulo a vivermos a nossa vocação em obséquio de Jesus Cristo e na imitação da nossa Mãe, Flor do Carmelo, e de Elias.
SANTORAL CARMELITA
• Janeiro
- 3 – Beato Ciríaco Elias Chavara
- 8 - São Pedro Tomás
- 9 - Santo André Corsini
- 27 – Santo Henrique de Ossó e Cervelló
- 29 – Beata Arcangela Girlani
• Abril
- 17 – Beato Battista Spagnoli
- 18 – Beata Maria da Encarnação
- 23 – Beata Teresa Maria da Cruz
• Maio
- 5 - Santo Ângelo da Sicília
- 8 – Beato Aluísio Rabatá
- 9 – Beato Jorge Preca
- 16 - São Simão Stock
- 22 – Santa Joaquina de Vedruna
- 25 - Santa Maria Madalena de Pazzi
• Junho
- 07 – Beata Ana de São Bartolomeu
- 12 – Beato Hilário Januszewski
- 12 – Beato Afonso Maria Mazurek
- 14 – Santo Eliseu
• Julho
- 9 – Beata Giovanna Scopelli
- 13 - Santa Teresa de Jesus dos Andes
- 16 - Nossa Senhora do Carmo
- 17 – Beata Teresa de Santo Agostinho e companheiras
- 20 - Santo Elias
- 24 - Beato João Soreth
- 24 – Beatas Maria Pilar, Teresa e Maria Ângeles
- 27 - Beato Titus Brandsma
• Agosto
- 7 – Santo Alberto da Sicília
- 9 - Santa Teresa Benedita da Cruz ( Edith Stein )
- 12 - Beato Isidoro Bakanja
- 16 – Beata Maria do Sacrário
- 17 – Beato Ângelo Agostinho Mazzinghi
- 18 – Beatos João Batista Duvernail , Miguel Luis Brulard e Tiago Gagnoy
- 25 – Beata Maria de Jesus Crucificado
- 26 – Beato Jacques Retouret
• Setembro
- 1 – Santa Teresa Margarida Redi
- 12 – Beata Maria de Jesus
- 17 – Santo Alberto, Patriarca de Jerusalém
• Outubro
- 1 – Santa Teresinha do Menino Jesus
- 15 – Santa Teresa de Jesus
• Novembro
- 5 – Beata Francisca de Ambósia
- 6 - Beato Nuno de Santa Maria (Nuno Álvares Pereira), o Santo Condestável de Portugal
- 6 – Beata Josefa Naval Girbés
- 7 – Beato Francisco de Jesus Maria José
- 8 – Beata Isabel da Trindade
- 19 – São Rafael Kalinowski
- 29 – Beatos Dionísio da Natividade e Redento da Cruz
• Dezembro
- 5 - Beato Bartolomeu Fanti
- 11 – Santa Maria Maravilhas de Jesus
- 14 - São João da Cruz
- 16 – Beata Maria dos Anjos















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